[FP] COLEMAN, Becka

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[FP] COLEMAN, Becka

Mensagem por Becka Coleman em Seg Dez 22, 2014 9:32 pm


BECKA COLEMAN
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DADOS BÁSICOS

• IDADE DO PERSONAGEM: 16 anos

• APELIDOS: Becca, Becka, Becci, Bee, etc.

• ANIVERSÁRIO: 11/01

• ORIENTAÇÃO SEXUAL: Bissexual

• LOCAL DE NASCIMENTO: Londres, Inglaterra

• GRUPO: Ninfomaníacos e Drogados

• PHOTOPLAYER: Arwen (SuicideGirl)



PERSONALIDADE

Becka não é mais uma das garotas ricas que se vê por aí. Ela gosta de ser ela mesma, independentemente do que você achar. Fala palavrão, fuma, bebe, cheira e usa qualquer tipo de droga que você a apresentar. O que a difere de mais uma dessas rebeldes sem causa, é a personalidade cativante, misteriosa e sensual, que ela sabe bem que tem. Não se engane pensando que ela é apenas mais uma perdida e que, com isso, conseguiria tirar vantagem de seu corpo “frágil”. Não gosta de garotas mimadas demais, que se maquiam demais, que compram roupas muito caras. Aliás, até gosta, mas para outras questões que é melhor não especificar aqui. Possui poucos amigos porque confia de menos, e, quando consegue “gostar de alguém, não tarda para virarem amigos-coloridos. Gosta de aventuras, ideias agitadas, e é louca para ter sua tão esperada liberdade, abusando de sua rechonchuda herança.





POST INTERPRETÁTIVO


– Você não será alguém desse jeito! – Gritou o tio de algum ponto da mansão, enquanto Becka seguia seu caminho até a adega de vinhos da família.

– Sei bem o jeito que você quer que eu seja. – Comentou enquanto os olhos passavam por cima dos títulos das garrafas empoeiradas que há muito não eram utilizadas.

A verdade é que ela não se importava que o velho tarado de seu tio a visse se trocando. Ela até gostava da ideia de ter alguém a espiando pela fechadura da porta, fazendo charme toda vez que largava uma roupa ou se abaixava para apanhar a calcinha que caía acidentalmente. Era gostoso apreciar a hipocrisia do homem, vê-lo definhar diante de sua pessoa, ardente de desejo, enquanto que, quando a via face-a-face, contestava tudo aquilo que ela sabia que ele aprovava. No fim, era apenas um teste onde ela sempre era aprovada. Passou o dedo em uma das garrafas de Bourbon com a ideia de que era aquele mesmo que Fred gostava. Ao menos alguém ficaria feliz o suficiente para lhe ceder um pouco do “branquinho”. Retirou a bebida do suporte e girou os calcanhares, encarando o homem a sua frente.

– Onde você vai? – Perguntou em sua voz grave, numa tentativa de manter a calma.

– Acho que o testamento não diz que você tem que cuidar dos meus problemas, não é, titio? – Becka ofereceu um sorriso maldoso, sentindo a poeira grudar em seus dedos por causa do leve suor que seu corpo expelia. – Agora se me der licença...

Antes mesmo que pudesse contorna-lo, exatamente como era de seu intento, sentiu o puxão em seu pulso, fazendo-a parar bruscamente e encarar aquele que a fizera parar. O local era esquecido, empoeirado, e somente uma chave abria a porta de acesso, a única. Garrafas jaziam deitadas por todas as paredes, causando certa claustrofobia aquele que permanecia ali durante muito tempo. Segundo os empregados, aparentemente aquele local servira, antigamente, a uma sala de tortura, na época das guerras antigas, de forma que fosse a prova de som. Ela não duvidava. Ergueu os olhos para o tio, reparando o quanto suas feições estavam carregadas e repuxadas. Talvez fosse o efeito da luz precária do ambiente, mas ele parecia o dobro de velho.

– O testamento não precisa especificar o que eu tenho que fazer com você ou não, contanto que eu tenha sua guarda. – Seu tom de voz era, agora, mais sombrio. Ela pode sentir a ameaça em cada palavra dita. – Agora me diga onde vai...

– Ou? – Completou a garota.

– Ou não responderei por mim.

Albert, seu tio, era um religioso fervoroso que desaprovava seus atos – ou ao menos era isso o que ele gostava de dizer quando alguém estava por perto, ou até mesmo para si, como se isso contestasse seus atos. Sua mãe também tinha as mesmas raízes que ele, mas nunca a via fazer coisas erradas, o que a fez perceber como os homens conseguiam ser nojentos. Seu pai, um homem de negócios, nunca estava em casa, então não podia tirar qualquer tipo de opinião do que vivenciara ao lado daquela figura borrada. O que ela sabia era que seus pais morreram. Ponto. E o dinheiro, ações, empresas, estavam todos em seu nome, mas mantinham-se tão longes como se não tivessem realmente para ela. O que lhe pertencia viria somente com vinte e um anos, o que era injusto. Enquanto isso não acontecia, seu tio administrava todas as decisões das empresas por ela. O tão visto clichê nas novelas brasileiras e mexicanas.

– Eu não ligo pra você, não percebe? Meus assuntos são meus. E se quiser que eu conte para o Dr. Robert o que o senhor faz nas horas vagas, então continue apertando meu pulso. Mas ande depressa... Não quero marcas na minha nova tatuagem e tenho coisas a resolver.

O vislumbre da cara pálida do tio ficou em sua mente durante muito tempo, mesmo depois de soltar seu pulso e engolir em seco. Ela podia sentir seu membro latejar, mesmo distante de seu corpo, e ficou grata por não se submeter a mais tempo ao seu lado. Contudo, ela não sabia que no dia seguinte, enquanto dormia durante a tarde, seu tio a violara. Ela não se importou que saciasse sua necessidade com seu corpo, ainda que a dor latente dentro de si, reprimida há tanto tempo devido a morte de seus pais, piorasse. E ela tinha apenas 15 anos.





HISTÓRIA DO PERSONAGEM

Coisas que precisa saber:
Fato 1: Ela adora sexo, drogas, rock ‘n roll e não liga se você aprecia isso ou não.
Fato 2: Não demonstra que adora uma rebeldia a priori, mas se existir alguma forma de derrubar o sistema e acabar com hipócritas, ela o fará.
Fato 3: Não gosta de contatos com pessoas que não entram em seu perfil de conhecidos perfeitos.
Fato 4: É egocêntrica, mas não demonstra
Fato 5: Não fala da família.

Coisas que ela esconde:
Fato 6: Tem problemas com homens mais velhos e religiosos.
Fato 7: Foi violentada pelo tio há um ano, e quando tentou contatar o advogado da família, foi levada para o instituto.
Fato 8: É rica.
Fato 9: Tem sentimentos pela família falecida, mais precisamente pela mãe, quem sempre deu amor e carinho a garota até os cinco anos, quando morreu.
Fato 10: Esconde o passado com relação a morte dos pais e a existência do tio porque é seu ponto fraco.


Coisas relevantes na convivência:
Fato 11: Ela sempre será a calada até que sua presença se faça relevante.
Fato 12: Observa e analisa antes de agir.
Fato 13: Usa sua sensualidade a seu favor, seja com homens, mulheres, garotas ou garotos.
Fato 14: Ela certamente quer escapar do instituto, mas não demonstra facilmente, uma vez que não sabe quem é amigo e quem não é.
Fato 15: Usa drogas, álcool, tem tatuagens pelo corpo, piercings e tudo o que esse lado trás consigo.





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Re: [FP] COLEMAN, Becka

Mensagem por Ivy M. Schaefer em Seg Dez 22, 2014 10:17 pm

Ficha Aceita!

Sou MUITO suspeita a dizer sobre qualquer coisa escrita por ti, but, vamos lá. Eu amei a personagem E a ficha, amei também o fato de ter vindo para o rpg. Seja muito bem vinda, qualquer dúvida MP ou tópico de suporte, se tiver alguma sugestão, também é muito bem aceita. Cuidado com o Bobby, e com os duendes coloridos que rondam por aí. <3


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