[FP] Gahay S. White

Ir em baixo

[FP] Gahay S. White

Mensagem por Gahay S. White em Dom Dez 28, 2014 3:19 pm


Gahay Silver White
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

DADOS BÁSICOS

• IDADE DO PERSONAGEM: 19 Anos.

• APELIDOS: Hay, G., Ay, Gah.

• ANIVERSÁRIO: (31/10)

• ORIENTAÇÃO SEXUAL: Homossexual.

• LOCAL DE NASCIMENTO: Idaho, Estados Unidos.

• GRUPO: Esquizofrenicos, Drogados.

• PHOTOPLAYER: Emma Watson



PERSONALIDADE

Corpo de menina, alma de mulher. Talvez a luta para ser reconhecida tenha a feito perder tudo o que mais valorizava: ser criança. Desde pequena fora criada por adultos e isso fez com que sua personalidade fosse afetada, sempre tentando se igualar ao nível deles e sem conseguir, sentia frustração. Perdeu tudo o que valorizava e ficou amarga, fria e calculista com o passar do tempo. Demorou mas conseguiu tornar seu coração absurdamente duro, como uma rocha. Seu foco era ficar forte e poderosa para só então conseguir se igualar as pessoas que sempre via como inalcançáveis. Hay – como era chamada popularmente – sempre ajudava aos amigos, para estes, sempre foi fiel e sentia-se em dívida eterna por nunca a terem abandonado muito embora tivesse um jeito muito frio de ser.

Os sonhos sempre a cercaram de muito perto fazendo-a muitas vezes acreditar no que não era real e a frustrando ao acordar para a realidade. Fato este que apenas a deixou mais fria e amarga e com o tempo nem os amigos a queriam mais por perto. Ficou cada vez mais sozinha até que achou que não havia mais uma luz no fim do túnel... Mal sabia o quão estava enganada.





POST INTERPRETÁTIVO


Aqui você irá fazer um post interpretativo, não é obrigatório de inicio, porém, é sempre bom que tenhamos uma mostrinha do que o personagem é em sua ficha.




HISTÓRIA DO PERSONAGEM

Hay nasceu em Idaho, região das montanhas rochosas. Viveu boa parte de sua vida ao lado de seu pai e de sua mãe até que um dia, enquanto assistia aula em sua sala de aula comum, recebeu a notícia da morte destes vinda pela boca do próprio diretor. Em meio a dor e ao choque da notícia, saiu da sala de aula em direção ao necrotério para reconhecimento dos corpos.

Quando lá chegou viu duas figuras altamente desfiguradas e quase vomitou as próprias vísceras para fora ao pensar que eram seus pais a poucas horas atrás. Assinou os papéis e saiu dali a passos rápidos que pareciam não levá-la a lugar algum. Pensou em ir primeiramente para casa, mas, sem seus pais lá sabia que sofreria mais, seria melhor continuar andando sem rumo até parar em um lugar longe dali e tentar recomeçar de alguma forma.

Andou até seus pés ficarem cheios de bolhas e só então deu-se conta de que estava próxima a linha do trem. Pensou que se a seguisse poderia chegar a outra cidade, foi isso que fez. Aguentando a dor que seus pés estavam sentindo a jovem, de até então quinze anos, caminhou até encontrar uma espécie de riacho a beira da estrada. Aliviada, sentou-se a margem retirando imediatamente os sapatos – já gastos – e as meias e enfiando seus membros dentro da água gelada causando uma dor intensa. A garoto ignorou o sentido e continuou com os pés afundados ali sentindo as bolhas diminuírem de tamanho e a dor que antes sentia aos poucos diminuir.

Após isso, deitou-se ao lado do riacho com seu braço cobrindo o rosto para impedir que os raios de sol – ainda presentes – irritassem seus olhos. Ficou ali deitada por um bom tempo até ouvir o barulho distante do piar de uma coruja, o que a fez levantar-se de imediato olhando para um lado e para o outro. Levantou-se rapidamente calçando os sapatos e foi então que ouviu o Piuíiii de um trem vindo a toda pelos trilhos. Suspirou aliviada e então virou-se na direção conseguindo ver um pouco de fumaça da locomotiva ao longe.

Pôs em posição pronta para correr e assim o fez com o trem começou a passar por ela. Hay correu a toda para alcançá-lo tropeçando em algumas pedras perto de seu caminho e ofegante ela saltou agarrando-se com toda sua força em uma escada lateral que ali havia. Começou a rir enquanto seu corpo batia com o empurrão do vento de encontro a lataria da máquina. Suspirou aliviada por sua pequena vitória, mas ainda não estava acabado. Quando olhou para baixou viu que sua perna estava quase indo de encontro com a roda da locomotiva e sentiu o gosto de bile subindo em sua garganta. Tentou a todo custo sustentar o seu corpo e erguê-lo mais um pouco, sem sucesso. Fechou os olhos esperando pelo pior mas alguém agarrou sua camisa pelas costas e a ergueu até o teto do vagão em que estava pendurada. Era um grande homem, possuía grandes braços e uma carranca fechada. Empurrou a jovem garota para dentro do vagão onde mais dois homens estavam sentados jogando uma partida de um jogo qualquer de cartas. A garota caiu no chão atraindo o olhar dos outros dois.

– Que droga é essa? – O da direita perguntou.

– Ela pulou no trem. – Falou o grande homem.

– Entendo. Quem é você, garota?

– Hay, senhor. – Ela lhe respondeu.

O homem fez um gesto aprovador com a cabeça e logo deu um largo sorriso para a pequena garota.

– Bem-vinda ao circo dos irmãos Stone!

***

Ao que muitos pensam, trabalhar no circo é as mil maravilhas. Pipoca, algodão-doce, brincadeiras e outras coisas o tempo todo, não há trabalho duro, não há sacrifícios, nada de ruim poderá lhe acontecer. Mal sabem o quanto estão errados. No circo há sofrimento e sacrifícios, assim como injustiças.

Nos três primeiros anos que passou trabalhando ali, Hay cuidou de alguns animais e ajudou a malabarista em suas apresentações. Suas funções eram limpar bosta, por carne na jaula dos felinos, pôr os cavalos para esticarem as patas e examinar seus cascos além de, na parte da noite, entregar os objetos a malabarista enquanto ela fazia seu trabalho.

Havia uma certa hierarquia no circo, esta consistia em separar trabalhadores de artistas, ou seja, eles simplesmente não andavam juntos, não comiam juntos e nem dormiam juntos. A única vez que eles se encontravam de verdade eram nas apresentações, que aconteciam na parte da tarde e da noite. As viagens eram longas e faziam todos ficarem espremidos em seus vagões enquanto os artistas se esticavam em seus dormitórios. Era um inferno.

Acontece que a relação muito próxima de Hay com Ághata – a malabarista – começava a atrair olhares da tripulação do circo e em pouco tempo isso trouxe problemas para ela. Teve de passar três dias sem comer e dormindo junto com os cavalos para aprender onde era realmente seu lugar. Uma raiva enorme crescia dentro dela a cada vez que era rebaixada por pessoas que sentiam-se superiores. Isso a fazia lembrar-se de sua infância quando os adultos a censuravam dizendo que era muito jovem para entender as coisas.

Foi então que uma loucura subiu em sua cabeça e certa noite após a apresentação chegar ao fim, ela pegou uma das facas que tinha no estojo de apresentação do atirador e se encaminhou para o vagão-dormitório onde se encontrava Pierre, o homem que dizia-se seu superior. Hay foi educada, bateu à porta e esperou que a mesma se abrisse.

– Posso falar com o senhor? – Ela falou escondendo a faca a suas costas.

– O que quer? – O homem perguntou, desconfiado.

– É particular.

Hay falou e Pierre revirou os olhos deixando que ela entrasse, um erro. Mal o homem havia fechado a porta e a garota estava em cima dele com a amolada faca firmemente em suas mãos degolando-o e fazendo com que seu esôfago saltasse fora do corpo. Uma sensação de triunfo cresceu dentro do peito dela tal como nunca havia sentido e então sentiu um frio repentino, mas este não era ruim, pelo contrário, era reconfortante.

Após aquele dia, Gahay tinha tomado o lugar de Pierre e administrava o dinheiro, os animais e alguns artistas, porém, nem de longe era a chefe de tudo. As pessoas a olhavam mais com temor que respeito e ela exigia que fosse o contrário. Todos não a reconheciam mais e ficavam evasivos quando a mesmo se aproximava.

A única pessoa que parecia tratá-la como antes era Ághata, e mesmo assim, ela a temia em segredo. Hay tentava a todo custo se aproximar mais ainda da jovem mas quanto mais ela fazia isso, mas Ághata parecia ter desculpas para conseguir afastá-la. Hay nunca se vira tão sozinha quanto naquele momento e sentiu-se furiosa por dentro. Não falava mais com as pessoas e passava o dia inteiro sozinha em seu vagão-dormitório observando o tempo lá fora, não tinha mas vontade nem de sair ao sol. Foi então que descobriu o prazer das drogas.

Descobriu isso ao passar por uma cidade e conversar com um homem que dizia vender uma erva chamada planta dormideira. A jovem ficou encantada com os efeitos loucos que aquilo lhe dava e tratou de sempre procurar nas mais diversas cidades que passavam, sempre comprando quantidades cada vez maiores. E não só as ervas entravam em seu cardápio, a garota sempre procurava novas opções e a heroina era uma das primeiras da lista.

Em poucos meses já sentia seu corpo definhar e junto com ele algo poderoso dentro de si, alimentado pelo frio da noite em que matou Pierre.




Foi em uma dessas vezes que estava usando drogas em seu dormitório que ouviu um estranho barulho vindo do vagão-dormitório de Ághata. Pendurou-se em uma escada lateral e usou a irregularidade da lataria para conseguir chegar próximo a janela e ver sua garota deitada de bruços sobre a cama com o grande homem montado em cima dela.

A raiva e o sentimento de nojo cresceu dentro de si onde o frio fez suas mãos ficarem elétricas com a estática. Quebrou a janela adentrando no local fazendo ambos olharem para ela com a expressão assustada e surpresa ao mesmo tempo.

Hay pegou um abajúr e quebrou na cabeça do homem grande que se levantava para vir em sua direção deixando-o tonto. Segurou-o pela lapela da camisa que ainda estava vestido e o empurrou em direção a porta. Com um pontapé em seu abdômen o empurrou fazendo com que a porta se quebrasse e o homem caísse fora do trem, provavelmente morto.

– O que deu em você?! – Graniu Ághata as costas da jovem.

– O que deu em mim?! – Ela falou com os olhos arregalados em completa loucura. – Ou o que deu em você?

Hay aproximou-se da mesa de cabeceira onde havia uma garrafa e a agarrou quebrando com a própria fora. Os cacos faziam sua mão sangrar mas ela não parecia sentir dor. Ághata afastou-se dele em direção a parede cobrindo sua nudez com as cobertas que haviam em cima da cama. Gahay ergueu um caco de vidro ensanguentado e o fitou por um instante ao olhar novamente para ela.

– Sinto muito, mas, agora você está suja como as outras. – Ela empurrou o caco de vidro com sua mão rompendo a pele do pescoço de Ághata e fazendo com que sangue jorrasse dali.


A garota arqueou e caiu imóvel no chão. Hay se agachou ao lado dela e com o mesmo caco de vidro abriu um grande corte no peito dela com o alvo um pouco na direção esquerda. Enfiou sua mão na abertura e arrancou seu coração que ainda estava pulsante. Ergueu-se ficando de pé novamente e observando enquanto o músculo dava suas últimas contrações.

– Seu coração será meu, para sempre meu. – Ela falou com um sorriso sádico em seu rosto.

O frio tinha tomado conta completamente dela e em seu corpo não havia mais lugar para Hay, agora só havia um só ser. E ela não sabia quem era.

Uma voz feminina ecoou pela porta aberta e quando a garota virou-se viu uma mulher envolta em um uniforme da polícia, num piscar de olhos, tudo ficou negro.

***

O lugar em que acordou parecia uma enfermaria, algumas pessoas de branco circulavam de um lado para outro cuidando de jovens que estavam deitados, deveriam ser enfermeiros - bem precoces - e estava cuidando de feridos. Quando um deles percebeu que Hay estava acordada se aproximou dela e começou a examiná-la.

- Onde estou? - Ela quis saber.

- Infinity Institute, minha cara. - O outro respondeu.





SEU NOME. SUA IDADE. MEIO DE CONTATO.
TEMPLATED by [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
avatar
Gahay S. White
Drogados
Drogados

Mensagens : 10
Data de inscrição : 28/12/2014
Idade : 23
Localização : Infinity Institute.

Ficha do personagem
Inventário:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [FP] Gahay S. White

Mensagem por Ivy M. Schaefer em Dom Dez 28, 2014 4:35 pm

FICHA ACEITA!
Bem vinda ao instituto, querida. Qualquer dúvida, MP. etc etc ♥


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
SCHIZOPHRENIC AND SOCIOPATH ❥ 16 YEARS ❥ PRINCESS OF HELL  // MOZI DA JUBS ❥
avatar
Ivy M. Schaefer
Psicopatas
Psicopatas

Mensagens : 141
Data de inscrição : 13/02/2013
Idade : 20
Localização : Boston/MA

Ficha do personagem
Inventário:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum