London Eye

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London Eye

Mensagem por Eva Stifler Wayne em Qua Fev 13, 2013 2:10 pm

the london eye

É uma roda gigante imensa que fica bem perto do Palácio de Westminster, a beira do rio Tâmisa, próximo ao Big Ben, com uma vista fantástica de Londres. Um passeio ideal para ver a vista do Centro de Londres em um dia ensolarado.

Interior da cabine.
ty sophia


"If you catch me in my zone it may be you lucky day"

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Re: London Eye

Mensagem por Hellioth Bradshaw Pylae em Sex Dez 20, 2013 6:59 am


Who I am? A little bit of the devil which lives in world.


Os olhos do pequeno garoto vagavam pelo local. Estava indo para a sua nova casa, ou pior, para o seu novo inferno. Observou sua mãe, que estava fora do carro. A mente de Hellioth estava envenenada, pensando em várias maneiras de tortura e como matar seus pais. Seu pai estava no banco do motorista, falando com algum dos seus empresários. Hell sabia que não conseguiria fugir, ou talvez... Conseguisse. Mexeu sua cabeça para afastar aqueles pensamentos e respirou fundo. Será que iria sentir tristeza quando fosse ver a limousine de seus pais se afastando do instituto? Não sabia e nem queria saber. – Estou cansado. – Murmurou e olhou para o seu pai novamente. O rapaz alto e moreno olhou para seu filho rapidamente e fez um gesto, pedindo para que Hell esperasse. Seu pai usava um terno elegante, algo que deixava Hellioth um pouco mais irritado. Seu pai – Ian – parecia estar gostando de tudo aquilo, já sua mãe – Catherina – estava vestida de um jeito estranho, como se estivessem indo para um enterro. Assim que seu pai desligou o celular, o pequeno Petrova tombou a cabeça para o lado direito e respirou fundo. – Vocês vão me abandonar só porque matei aquelas pessoas? – Perguntou num tom inocente e puro, não tinha nenhuma maldade em sua voz. A roda gigante mexia lentamente, deixando-o com um pouco de sono. Sua avó – Ammie – virou o seu rosto gordo e rechonchudo para o seu neto. “É para te curar, meu filho.” – Disse num tom triste e depressivo. “Filho, é por causa disso tudo, eu... Nunca quis isso.” – Seu pai mexeu a cabeça e falou num tom choroso. – Isso é tudo culpa do Dougie. – Murmurou. Dougie era seu cachorrinho, aquele maldito tinha farejado todos os corpos que haviam sido enterrados e assim, a polícia acabou mandando Hellioth para um psiquiatra.

Catherina falava desesperada em seu telefone de última geração. – Com quem ela está falando, papai? – Perguntou. Hell não sentia nada, ele estava bobo. Não conseguia ter sentimentos, era frio, era como se estivesse morto por dentro e por fora. Antes de ter perdido sua irmã, que tinha o mesmo nome de sua mãe, ele era feliz. Antes, sua pele era delicadamente bronzeada, seus cabelos eram ajeitados e belos, seus lábios não eram secos e pálidos, e a pior coisa que ele tinha perdido, era o brilho que aparecia em seus olhos. Um brilho puro e inocente, algo que ainda demonstrava a sua alma de criança. “Com a diretora da sua nova casa.” – Seu pai o observou por um breve momento e logo olhou para o volante. – Não sei o motivo de usarmos esse carro, papai... – Falou baixinho. Para a sorte de toda a sua família, o garotinho não estava num péssimo dia. Por algum motivo, estava relaxado. Ele sabia que iria para um lugar diferente, onde várias pessoas haviam morrido e desaparecido. Claro que seus pais não tinham contado isso para ele, mas tinha ouvido escondido atrás da porta do quarto dos seus pais. – Vocês vão ficar felizes quando vocês me abandonaram nessa nova casa? – Perguntou mais uma vez. “Não, meu filho. De jeito nenhum!” – Ian arregalou os olhos, mas Hell sabia que era apenas uma encenação ridícula. Seus olhos se encheram de lágrimas e depois olhou para o seu pai. – Então por que vão me largar por lá? Só por causa daquele psicólogo? Como vocês sabem que eu matei aquelas pessoas? Vocês não têm provas... Eu quero voltar para casa. – Uma gota de lágrima escapou do seu olho direito e escorreu pela sua face.

Ele queria sumir daquele mundo, queria morrer e nunca mais voltar. Estava cansado daquela vida, daquele novo ambiente. “Meu filho, é melhor você ficar por lá do que ir para a cadeia... Sinto muito... E... Você vai conhecer novos amigos, vai ser divertido.” – Ian tentou falar num tom animado para animar seu filho. Hellioth levantou a sua cabeça e fitou o seu pai. Egoísta, nojento, quero que você morra queimado no inferno. – Completou mentalmente e logo limpou o seu rosto com a palma da mão direita. – E se eles não gostarem de mim? – Perguntou num tom inocente. Qualquer um que visse Hellioth, acharia que o mesmo estava agindo como uma criança normal e inocente, mas era apenas um disfarce. Ele sabia manipular as pessoas, como enganá-las e como brincar com o sentimento de todas elas. Antes que seu pai pudesse responder, sua mãe, Catherina adentrou o carro com uma garrafa de água. “Aqui, meu bebê.” – Cath entregou a garrafa de água para seu filho e o mesmo abriu a tampa com cuidado, colocando os seus lábios sedutores na tampa. Virou a garrafa com cuidado e sentiu o líquido universal descendo pela sua garganta. Deixou um gemido baixo escapar dos seus lábios e logo parou de beber a água. – Obrigado, mamãe. – Sussurrou baixinho e entregou a garrafa para Cath. Catherina era uma moça que veio da Bulgária. Era bela, loira e tinha olhos claros. Usava um vestido escuro, algo bem depressivo. Sua avó, Ammie, usava o mesmo vestido, só que havia tamanho diferente, claro. Uma coisa que Catherina errara durante a vida de Hellioth, era que a mesma tinha mimado ele desde pequeno.

Quando os corpos haviam sido descobertos, ela apenas abraçou o seu filho e chorou, assim como seu pai. O garoto não conhecia os limites da vida e nem iria conhecer tão cedo. Ele olhou para a sua avó e em seguida para a longa roda gigante. – Vamos. – Fechou os seus olhos quando o carro deu partida. Era como se a sua alma estivesse indo para o caminho da morte, mas era tão estranho. Ele se sentia aliviado e feliz ao mesmo tempo. Seu pai tirou o carro do estacionamento e em seguida, o carro foi para uma rua londrina qualquer, então Hellioth e sua família saiu dali, indo para o Instituto.


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